29 setembro, 2022

setembro 29, 2022

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Chegamos, enfim, a 02 de outubro de 2022, dia das eleições, no próximo domingo. E agora? Pra que lado corremos? 

Chegamos, na verdade, a um ponto no qual as forças mundiais poderosíssimas que estão nos bastidores começam a jogar todo seu poder de fogo em nosso tabuleiro. É um jogo onde de um lado está todo um sistema que domina o Brasil há séculos e que dita as regras por aqui, e de outro lado está o improvável contraponto que, aparentemente no momento certo, surgiu e foi capaz de catalisar os anseios de uma grande parte da população do país, supostamente a grande maioria, que está cansada de ser saqueada, desprezada e tratada como massa de manobra.

O que está em jogo não é esquerda ou direita, como se pensa normalmente. Estes conceitos são ilusões criadas com o intuito de nos confundir e dividir, só isso, embora no momento atual em que as coisas estão finalmente ebulindo a elite dominante assumiu a ideologia de esquerda, que é autoritária por natureza. Independentemente da corrente política no comando do país em cada época, sempre foi o mesmo grupo financista, esta elite dominante mundial, quem estava na verdade por trás puxando as cordas através do poder econômico. E o Brasil é muito importante no contexto mundial atual e no que está por vir no futuro próximo, por isso estamos na mira deles agora que chegaram as eleições.


Esta elite sempre financia os dois lados, para com isso ganhar sempre e se manter no comando. Eles foram os responsáveis pela criação do capitalismo e do comunismo, dos bancos centrais e do sistema financeiro a partir da criação do Banco da Inglaterra em 1694, o primeiro banco central do mundo, privado, pelo grupo conhecido como "Os sábios de Sião". Este "plano de negócios", que tem pelo menos 370 anos desde que começou a ser arquitetado, teve sua fase mais objetiva e decisiva sendo colocada em prática há pouco mais de 200 anos, e está chegando agora em sua fase final, aquela em que eles pretendem finalmente ter o planeta todo dominado de acordo com seus parâmetros, que são puramente econômicos e objetivam a concentração de poder. Os livros das escolas não ensinam isso, mas existem livros que contam toda essa história e dois deles podem ser encontrados aqui nestes links: Paws in the Game e The Protocols of the Learned Elders of Zion.

Veja como está o mundo hoje: a América do Norte, principalmente com os Estados Unidos e o Canadá, já está em fase avançada da sabotagem, com as economias e as teias sociais desmoronando, já podem ser vistos bolsões de pobreza antes impensáveis nestes países; a América Latina que já vem capenga desde o início dos tempos está se afundando em repúblicas de ideologia comunista e ditatoriais; a Europa entrando a galope em uma crise aguda que terá consequências trágicas à medida em que entra o inverno e as fontes de energia foram cortadas, trazendo efeitos devastadores na economia de toda a União Europeia; a Rússia em guerra proxy na Ucrânia contra os dominadores globais e à beira de descambar em um confronto mútuo devastador onde tudo pode acontecer, e a China tentando encontrar saídas para a crise em que se meteu, com a economia em queda, quebradeira de seu gigantesco setor imobiliário, boa parte da população já sofrendo pela falta de renda e assistência, já passando fome mesmo, crise política interna, e a iminente tentativa de tomada de Taiwan, o que para eles é um fator inegociável, mas que com isso virá a inevitável briga que estarão comprando com os EUA e seus aliados.

Todo esse caos mundial foi orquestrado pelos dominadores globais para gerar as condições necessárias para a implementação do Grande Reset, com o qual eles pretendem desmontar todo o sistema social/econômico/financeiro mundial (que foi criado como é por eles mesmos) e implantar um novo sistema, um novo "contrato social" e um governo mundial único, um do qual a ONU é o embrião. As regras deste novo contrato social não visam a democracia, a justiça social e a liberdade, pelo contrário, elas visam a redução drástica da população mundial, a repressão e o controle social extremo.


Este artigo deste link, intitulado "A Nova Ordem Mundial - Great Reset", publicado em novembro 2020 no Correio Braziliense explica em detalhes quais são os objetivos dos dominadores globais e seu plano de domínio mundial.

Imagem do artigo citado acima mostrando cidadãos chineses supostamente sendo monitorados

É contra este grupo que Bolsonaro está lutando. Esta é a encruzilhada que se apresenta ao Brasil nestas eleições.

A mídia controlada se encarregou de criar uma imagem para reduzir aqueles que defendem as posições de Bolsonaro de uma forma pejorativa como "seus apoiadores", os "bolsonaristas", sempre dando um jeito de fazer parecer que apoiam um "louco fascista genocida que ataca a democracia brasileira", quando, na verdade, esse "louco" pode ser talvez o único realmente lúcido neste jogo, basta ouvir o que ele fala, sempre defendendo os valores morais e cristãos, a liberdade e a transparência na condução da administração pública, e as muitas ações e realizações de seu governo, sempre voltados para o desenvolvimento, o progresso e a liberdade, inclusive lutando para baixar e baixando impostos, o que deixa todos os outros políticos de cabelo em pé. Está tudo aí para todo mundo ver, quem não vê é porque não quer ou porque está mal informado. É aquele que comprou a briga e põe o dedo na ferida, apontando onde está de fato o problema no Brasil, e com isso conquistou as mentes de todos aqueles que, como ele, não aguentam mais tanta roubalheira neste país. Aqueles que estão vendo que as leis são cada vez mais feitas para proteger os criminosos e criminalizar os inocentes, feitas para perpetuar a estrutura que suga os recursos do país para benefício pessoal de alguns. E isso irritou profundamente todos os que se beneficiam desta estrutura repugnante, causando este bombardeio constante de todos os lados sobre o presidente, como nunca se viu antes na história. Por essa razão ele é tão "isolado" como tanto acusam. É isolado porque não está junto com eles, mas tem a maior parte da população ao seu lado. A harmonia entre os poderes que eles defendem não está em harmonia com o povo.

Se Bolsonaro não houvesse surgido, isso nem estaria em questão. Já estaríamos em queda livre junto com o restante do mundo e jogados no caos econômico com forte recessão da economia e tantas outras consequências que resultariam daí. Basta olhar para o que está acontecendo com a Argentina, que segue corretamente a cartilha desta elite há décadas.

O jogo está tão pesado que eles conseguiram mobilizar todo o sistema do país para tentar derrubar o presidente. Toda a mídia em seus diversos formatos, o que inclui as pesquisas de opinião, as escolas, universidades, a igreja católica, os poderes políticos e judiciários e boa parte do poder econômico, está todo este aparato em um bombardeio constante, sem trégua. Acontece que isso é justamente o que mais motiva aqueles que não suportam mais este sistema podre e corrupto, aqueles que já entenderam o jogo, e faz com que o apoio popular ao Bolsonaro só aumente, o que se verifica sem sombra de dúvidas na quantidade de gente que o segue por onde ele vai, até mesmo fora do país, como se viu em Londres recentemente.

O Brasil hoje é a bola da vez e está todo mundo de olho no que acontece aqui. Sabe aquela situação que existe em uma guerra, onde chega um dado momento em que os generais percebem que a tomada de um determinado território será decisiva para vencer a guerra? E se não o conquistarem sabem que suas chances vão diminuir muito? Nesta situação eles vão para o tudo ou o nada, e as batalhas se tornam ainda mais ferozes. É isso o que está acontecendo hoje e é isso que está em jogo nestas eleições. Não esqueça que "Os canhões da Nova Ordem Mundial apontam para o Brasil", como demonstrei em um artigo anterior com vários argumentos e mostrando que toda a mídia internacional está abertamente empenhada em derrubar Bolsonaro. É a hora do tudo ou nada.

Um possível segundo mandato do Bolsonaro seria o pior pesadelo da elite dominante, uma porque eles iriam perder uma boa parcela de poder e influência no país e ainda mais com as chances de ele fazer depois um sucessor, e deixariam de completar seu domínio sobre o continente americano, e outra porque a onda positiva de esperança das pessoas contagiaria outros países que também anseiam por se libertarem do domínio dos financistas controladores, e eles temem que surjam então outros "bolsonaros" pelo mundo, inspirados pelo que acontece aqui.

É o caso da Itália, país chave do domínio deles, e um de seus principais redutos, onde a extrema direita acaba de vencer as eleições sob a liderança de Giorgia Meloni. O tema de sua campanha foi em torno da defesa de Deus, a famíla e a pátria e contra a ideologia de gênero e todos os demais ingredientes venenosos do pacote globalista. Tudo muito familiar para nós.

Giorgia Meloni em campanha

Essa é a importância das eleições neste ano. Qualquer que seja o resultado, seja ele manipulado ou com seriedade e transparência (sonha jacaré), vai selar o destino do país de forma determinante, pois estamos em um momento de contexto mundial inédito. Estaremos contra a onda de autoritarismo mundial que busca o controle social rígido ou abriremos mão de nossa soberania e liberdade e nos entregaremos a ela em uma bandeja, e a partir daí é ladeira abaixo, já era, a sabotagem vai se intensificar e vão quebrar o Brasil como estão quebrando todas as economias do mundo.

E, dado o racha que está criado na sociedade e as tensões emocionais que vêm sendo inflamadas por ambos os lados, é bastante provável que tenhamos distúrbios sociais sérios após as eleições. Qualquer que seja o vencedor, o outro lado tenderá a não aceitar o resultado e poderá partir pra cima com todo seu arsenal, cada lado por suas próprias razões, que são conhecidas por todos a esta altura. Porém, qualquer um que não esteja senil pode ver as imensas mobilizações populares em torno de Bolsonaro em todo o Brasil e consistentes ao longo de todo o seu governo, portanto é virtualmente impossível ele não estar na frente nesta corrida, e no entanto as pesquisas vomitam números absurdos o tempo todo, no que parece ser uma estratégia para justificar um resultado das urnas que contrarie o que nossos olhos estão vendo. Aí quando a gente vê como o $T#S&E está amordaçando todo mundo, proibindo celulares na hora da votação e ameaçando prender quem disser que apertou um número e a urna mostrou outro, muitas peças se encaixam. 

Uma imagem que vale por mil palavras

Estamos sentados em um barril de pólvora prestes a explodir.

Espero estar errado quanto a isso, mas me apoio na opinião de especialistas no assunto, que acreditam que é muito difícil termos um desfecho pacífico nestas eleições. Estas tensões estão explodindo em várias partes do mundo, os ânimos estão inflamados em todos os lugares, pois todos estão envenenados pelas maquinações destes articuladores malignos que jogam uns contra os outros, mas os noticiários tradicionais omitem completamente estes conflitos para não permitir que o público saiba que as pessoas estão tentando combater este avanço autoritário.

Portanto, precisamos ter calma, refletir e fazer a coisa certa, que tudo vai dar certo, já deu. : )


Em tempo: notícia que vi após a postagem, a Reuters espalhando para o mundo que Bolsonaro enfraqueceu e está prestes a perder a eleição no primeiro turno. Olha o tamanho do esquema que está armado.

Tradução da notícia:

A aura de outsider de Bolsonaro diminui após 4 anos difíceis para o Brasil.

O presidente Jair Bolsonaro disse uma vez que somente Deus poderia tirá-lo do poder. Neste domingo, pesquisas sugerem que ele poderá precisar de um milagre para se manter lá.

Mas após a má condução durante a pandemia da Covid-19 e falhar em melhorar os padrões de vida de muitos brasileiros, o ex-capitão do exército de extrema direita agora encara o impensável: uma possível derrota em primeiro turno para seu maior rival e ex-presidente esquerdista Luiz Inácio Lula da Silva.






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